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O poder do vinho na saude
 
Publicada em 17/12/2010 23h19


O PODER DO VINHO
O VINHO PODE PROLONGAR A SUA VIDA
A Sociedade Norte-americana do Câncer, concordo em relação a saúde, que o consumo de bebidas alcoólicas de uma a duas doses ao dia em um período maior de 9 anos, reduziria o risco de morte em pessoas em até um 20%.


O VINHO REDUZINDO O RISCO DE DOENÇAS CARDÍACAS
Na última década, vários estudos indicaram que o consumo diário de uma taça do vinho, um copo de cerveja ou um coquetel para mulheres e duas para os homens, podem reduzir o risco de doenças cardíacas em até um 50%. Recentes investigações sugerem que ao consumir vinho durante as refeições ajudam a reduzir a proliferação de celular musculares de este modo e possível prevenir a arteriosclerose (endurecimento das artérias).

Já não é mais novidade, mas o assunto deve ser novamente abordado por conter outras recentes evidências dos poderes terapêuticos do vinho. Os médicos sempre estiverem cientes dos benefícios na moderação do consumo do vinho como fator preventivo de várias doenças, porém sempre foram relutantes em prescreve-lo para pacientes abstêmios afim de não aumentar inadvertidamente o risco do abuso de álcool. Isso parece estar mudando.

Esse tema começou a agitar a classe médica com mais pesquisas após o programa "60 Minutes" do canal americano CBS em 1991, quando foi apresentado o chamado Paradoxo Francês: os franceses, à despeito da dieta rica em gorduras saturadas, fumo e sedentarismo, entre outros fatores de risco, possuíam taxas de doenças coronarianas de apenas 40% das americanas, justificadas pelo consumo regular de vinho tinto. A partir daí, como era de se esperar, nas grandes universidades e respeitadas entidades científicas formaram-se grupos para conduzir estudos de longo prazo com a finalidade de confirmar e até ampliar conhecimentos sobre os efeitos benéficos do vinho no organismo humano.

Bem antes disso, já se sabiam as seguintes verdades: que o álcool fazia aumentar o HDL, o bom colesterol;

que no caso de falta de apetite, uma taça de vinho era um aperitivo natural para aumentar a salivação e a atividade estomacal;

que uma taça de vinho na refeição dobrava a perda de peso nas pessoas obesas pelo efeito tranqüilizante;

que o vinho era uma excelente adição na dieta de pessoas com pressão alta pelo alto conteúdo de potássio e baixo de sódio; que diabéticos podiam aumentar o prazer das refeições com uma taça de vinho seco, pois o álcool não requer insulina para ser metabolizado;

que para os idosos, o vinho tomado ao deitar tornava o sono mais repousante e reduzia a quantidade de tranqüilizantes e pílulas para dormir. Finalmente, sempre se soube que o metabolismo e a absorção do álcool pelo fígado, 30g por hora, é muito mais lenta com fermentados do que com destilados.

Como o vinho é sempre tomado lentamente e às refeições - com o estômago cheio a absorção é ainda mais lenta - os níveis de álcool no sangue não atingem proporções intoxicantes, como acontece com os destilados e que podem levar a lesões no órgão.

Já mais recentemente, no livro The French Paradox and Beyond, o autor Lewis Purdue, diz: "Nós agora sabemos tanto ou mais à respeito dos efeitos cardio-protetores do consumo moderado de álcool do que sobre o papel da aspirina em reduzir ataques do coração ou do papel das fibras no câncer do cólon." Ele também menciona o Copenhagen Heart Study, uma pesquisa que envolveu 13.000 pessoas durante dez anos.

O estudo concluiu que aqueles que consumiram até seis cálices de vinho por semana durante o período de avaliação, tiveram somente 40 porcento da taxa de mortalidade daqueles que não beberam. Ficou também demonstrado que cerveja e destilados não forneceram tal proteção e que a maior taxa de mortalidade ocorreu entre os "heavy drinkers". O Dr. R. Curtis Ellison, Chefe de Medicina Preventiva e Epidemiológica da Escola de Medicina da Universidade de Boston diz que os dados científicos são claros: "O consumo moderado de vinho tinto está associado com um risco bem menor de doenças do coração e derrame, as principais causas de morte nos EUA." Pode-se portanto concluir que não beber vinho é um dos fatores de risco para doenças coronarianas.

Além de todas essas vantagens, o vinho ainda é creditado com mais outras, não menos importantes:


Tem poder antioxidante - ele é benéfico para a saúde devido à presença de polifenóis nas uvas, agindo como antioxidantes. São nutrientes naturais que protegem contra reações químicas indesejáveis no interior do corpo, especialmente a oxidação das células, causadora do envelhecimento e doenças. Essas substâncias são encontradas nas cascas e sementes de uvas tintas.


Diminui chances de pedras nos rins - estudos feitos na Inglaterra e Estados Unidos em 1998, mostram que pessoas que bebem uma taça de vinho por dia têm uma redução de 59 porcento no risco de formação da primeira pedra. O Dr. Gary Curham, autor do estudo, diz: "A urina fica mais diluída, significando um maior fluxo com aumento da secreção de hormônios antidiuréticos."


Melhora a atitude psicológica - qualquer enófilo pode atestar o poder relaxante de uma taça de um bom vinho. Pessoas que bebem uma ou duas taças por dia tendem a um estilo de vida mais moderado e equilibrado e parecem ser mais capazes de administrar o stress.


Protege contra o mal de Alzheimer - pesquisas na França sugerem que o consumo moderado de vinho pode proteger contra o Alzheimer e a demência. Foi verificado que bebedores moderados tiveram uma redução de 75 porcento na taxa de mal de Alzheimer e 80 porcento na taxa de demência quando comparadas, nos dois casos, com não bebedores.


Não engorda - contra todas as teorias, pesquisas recentes mostram que quantidades moderadas de vinho não têm esse efeito. Um estudo da Universidade do Colorado em 1997 descobriu que homens saudáveis bebendo dois cálices de vinho tinto nas refeições não tiveram ganho de peso.


É evidente que nem todos podem se beneficiar dessas vantagens, como mulheres grávidas e pessoas com certas doenças ou sob proibições éticas ou religiosas contra bebidas. Para as demais, que ainda não adotaram o vinho como "remédio", convém consultar um médico. Com certeza eles estarão mais condescendentes do que no passado para dizer "sim."

Com tudo isso, existe também um outro paradoxo: além de todas as vantagens para a saúde, o vinho não tem contra indicações, é a melhor bebida que existe para acompanhar refeições e como efeito colateral promove o convívio social e faz amigos. Segundo a revista Wine Spectator de 15 de Dezembro de 1999, durante um leilão de vinhos em Nova York alguém teria dito que o Musigny 1934 Vielles Vignes, de Comte Georges Vogüé sendo apregoado era até melhor que sexo. Mas isso também já é um pouco de exagero. Saúde.


O Poder dos Polifenóis Presente no Vinho

As virtudes terapêuticas do vinho para os homens beneficiam também as mulheres. Esta bebida reserva alguns fatores exclusivos para elas.
Ações benévolas do vinho para a saúde só ocorrem se ele for ingerido com moderação, regularmente, junto com as refeições e por quem não tenha contra indicação ao uso de bebidas alcoólicas.

Os efeitos benéficos do vinho se devem ao baixo teor de álcool e muito aos polifenóis e sua convivência harmônica com outros compostos. 60 % dos polifenóis vêm da semente, 33% da casca e o resto da polpa da uva.

É por isso que com regra os vinhos tintos têm mais virtudes para a saúde que os vinhos brancos. As mulheres que bebem vinho regularmente, moderadamente e junto às refeições, têm 50% menos chance de desenvolver câncer de ovário. O Dr. Penny Webbi da Austrália chegou a essa conclusão estudando 696 mulheres com esse tipo de neoplasia e mais 786 outras mulheres sem doença, num grupo de controle. As mulheres que bebiam regularmente destilados e cerveja tinham tanto câncer de ovário quanto as abstêmias e as que bebiam vinho tinto tinham uma proteção um pouco maior do que as que tomavam vinho branco.


O hábito de tomar vinho regularmente e moderadamente às refeições tem atenuado nas mulheres as manifestações do climatério e menopausa.
O resveratrol, um dos 200 polifenóis do vinho
, tem uma similaridade estrutural e funcional muito grande com o estrogênio (hormônio feminino que, entre outras coisas, preserva a estrutura óssea). Por essa semelhança ele é reconhecido como um fitoestrogênio e age atenuando manifestações do climatério e menopausa, que afligem tantas mulheres no final da vida produtiva.
 

A Osteoporose faz parte do processo natural do envelhecimento. Conforme avançamos na idade os nossos ossos ficam mais frágeis. A Osteoporose ocorre, sobretudo nas mulheres quando entram no climatério.

A menopausa e a perda de massa óssea ocorrem pela deficiência de estrogênio. Existe um estudo na França com 7.598 mulheres com mais de 75 anos de idade, revelando que as mulheres que tinham hábito regular de tomar vinho tinto até três taças por dia, junto com as refeições, ganhavam massa óssea, contrariando a história do envelhecimento. Isso acontece porque alguns polifenóis que existem em abundância no vinho estimulam os osteoblastos (células que formam o osso) e inibem os osteoclastos (células que destroem o osso).

Outra dádiva do vinho para as mulheres é sobre a pele, órgão que mais expõe as crueldades do envelhecimento. Os polifenóis do vinho melhoram muito a consistência e a elasticidade da pele: isso por que eles inibem a colagenase e a elastase, duas enzimas que destroem o colágeno e elastina, responsáveis pela consistência e elasticidade deste órgão de revestimento. Além disso, eles melhoram muito a hidratação da pele, dando-lhe mais vida. Estes efeitos dos polifenóis ocorrem tanto se eles forem aplicados diretamente sobre a pele quanto se ingeridos, e ambas ações se potencializam.


Esse efeito sobre a pele é tão impressionante que hoje existem inúmeros tratamentos de beleza e cosméticos feitos à base de sementes de uva e vinho. A ingestão regular e moderada de vinho diminui a circunferência abdominal tanto nos homens como nas mulheres, foi a conclusão da pesquisa desenvolvida ao longo de dez anos pelo Dr. Vadstrup e colegas. Esses dados surpreendentes foram extraídos do “Estudo do Coração” na cidade de Kopenhagen. A população desta cidade está sendo observada há vários anos neste grande processo de pesquisa.


Há muito tempo, o vinho tinto tem sido considerado bom para o coração. Algumas pessoas sugerem que o benefício mais visível da ingestão diária do vinho tinto reside na diminuição do risco de doenças cardíacas.

Todavia, existe o chamado 'paradoxo francês'. Os franceses tomam vinho tinto regularmente, mas consomem alimentos ricos em gorduras saturadas (as quais elevam o 'mau colesterol'). Apesar disso, os franceses apresentam uma freqüência menor de doenças cardíacas.

A classe médica ainda hesita em recomendar uma taça de vinho tinto no jantar, pois teme encorajar a ingestão de álcool, principalmente em demasia, causando assim mais danos à saúde de seus pacientes do que benefícios. A despeito desta preocupação, os(as) médicos(as) concordam que o vinho tinto possui algo benéfico para o coração. A dúvida está em precisar exatamente que 'algo' é este. Pesquisas recentes apontam para uma substância, o resveratrol, encontrada na casca das uvas usadas para fabricar o vinho.

Não obstante esta substância, o álcool do vinho tinto também parece ser benéfico. Inúmeros estudos indicam que qualquer tipo de álcool beneficia o coração. Tais benefícios incluem:
>> Aumento do HDL ou do 'bom colesterol'
>> Redução da pressão sanguínea
>> Inibição da formação de coágulos sanguíneos
>> Auxílio na prevenção de danos às artérias
(danos causados pelo LDL ou 'mau colesterol')

Entre as diversas formas do álcool, o vinho tinto seria mesmo o melhor? Um estudo extenso conduzido na Dinamarca no ano de 2000 indicou uma queda de 50% no risco de mortes por doenças cardíacas nos(as) aficionados(as) por vinho tinto. Contudo, outros estudos indicam que o vinho tinto não é mais benéfico do que o vinho branco, a cerveja ou os destilados. Isto é o que afirma a Associação Norte-Americana de Cardiologia.

Ainda existe a necessidade de mais pesquisas antes de podermos recomendar o uso do álcool como benéfico à saúde. Se você for consumir álcool, deve fazê-lo com moderação; ou seja, duas taças para o homem e uma taça para a mulher por dia. Entende-se por uma taça, o equivalente a 150cm3. Por isso, 'aprecie com moderação'!

 

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